sábado, 15 de outubro de 2011

Não me ama pelo meu belo par de seios
ou somente pelas risadas costuradas na sua mente
Me ama porque nunca havia sido amado
E como sabe que jamais irá ser

domingo, 4 de setembro de 2011

Meus pensamentos da madrugada são solitários
Esqueço que me pertenço, cochilo, navego
Pego o caderno...
Com algumas palavras tento transferir para o papel o que é se sentir assim como eu me sinto
O que é se sentir sem mim, mas condenada a ser o que eu sinto
De vez enquando, mentira, quase sempre invento uma história, tipo de filme
Vou criando personagens, cenários..
Tudo isso me confunde porque quando estou sem mim, eu não sei quem está ou quem escreve
A compania que tanto me agrada, também me entedia e me aprisionade outras que quero ser
Marco o tempo e passa rápido
Cobro o abraço e não abraço nunca o que acho que quero abraçar
Escorre pelas mãos
O medo me pertence e não me deixa ir
Culpo todo mundo, mas de madrugada...o medo é só meu
Ainda que eu não queira ficar ao meu lado, sou eu que crio, que choro com o medo do escuro e continuo suportando minha presença sozinha aqui

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Vou conjugando meu destino aos mistérios dos tempos verbais
E assim tecendo argumentos, mantenho a minha razão
E assim jogando palavras, controlo o batimento do coração...
Ainda vou te chamar pra me ver voar...
Pode acreditar, eu sei voar!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

EU forica

Eu essa que sou que digo que dizem
Eu essa que sente que fala que cala
Eu essa que é e nunca
Eu essa que só e unem
Eu essa que reza
Essa que chora
Eu que toca
Retoca
Distanciando mente
Eu forica

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Estava sonhando e quando eu pulei fora foi o momento em que coloquei os pés no chão.
Estava procurando nomes para minhas lembranças antigas que queriam se recusar a permanecer... é como vejo o sol através das folhas de uma arvore num dia nublado.
Mas é que falta nome pra tanta coisa importante de sentir e tem tanto nome que eu nem sinto nada, nem sei que existe.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não se pode mudar nunca o que já passou, o que já aconteceu.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Não, amor não se cobra!
Cobra safada essa de cobrança
Amor se doa
Amor só sente
Sente no banquinho e escuta o tic-tac do relógio
Escuta as batidas do coração
Olha o olho e pronto, meio dia em ponto!
Sente?
Amor não pede, amor pode até dengar
Charme, carência de acariciar
Cara a cara
Só amor, só sente...
Sente só um pouco mais pra eu te falar
Falar com os olhos o que minha boca não sabe mais te dá