segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Por que escrevo

Sofrer de amor deve mesmo me inspirar.
Foram tantas frases soltas e rimas.
Tenho uma suposição: Quando estamos tristes por conta de algum relacionamento, existirá uma hora que invevitavelmente precisaremos nos aconchegar em nosso próprio colo.
É isso! A inspiração vem do encontro de mim mesma comigo.
Aí vem toda aquela crise de existencia regada da psicologia barata que eu sempre carreguei.
Não sei se já ouviram falar, mas, tentar contar o que estamos sentindo alivia as dores e funciona como uma ótima terapia.
Não queria perder minhas inspiração para continuar me auto-afirmando com meus versos de madrugada.
Preciso de algo que ferva um pouco mais as minhas veias.
Preciso de paixão e disposição.
Preciso continuar a escrever.
Porque ainda que eu escreva de dor ou da mancha na camiseta branca, é isso que me escapa que também sou.
Escrevo como se estivesse testemunhando para o papel que estou viva.
Escrevo por amor próprio.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Não durmo mais pra descansar... durmo para sonhar! :)
Gosto mais do que é impossível e da loucura, pelo menos lá a concorrência é menor pra mim.
Isso tem muitos nomes, para alguns Deus, outros preferem destino, sina, sorte... outras pessoas juram de pé junto não acreditar em nada disso. Mas, sinceramente, não consigo não acreditar que existe algo além, algo que transcede muito o que achamos que somos. Não dá pra falar com palavras e não é pra entender, é pra sentir.
(...)É porque eu não me sinto mais parte, na verdade, nunca me senti. Por acreditar que as diferenças somavam, eu continuei. Acontece que as diferenças só somam quando a vontadade de somar se resume na vontade de realmente se mostrar.

sábado, 15 de outubro de 2011

Não me ama pelo meu belo par de seios
ou somente pelas risadas costuradas na sua mente
Me ama porque nunca havia sido amado
E como sabe que jamais irá ser

domingo, 4 de setembro de 2011

Meus pensamentos da madrugada são solitários
Esqueço que me pertenço, cochilo, navego
Pego o caderno...
Com algumas palavras tento transferir para o papel o que é se sentir assim como eu me sinto
O que é se sentir sem mim, mas condenada a ser o que eu sinto
De vez enquando, mentira, quase sempre invento uma história, tipo de filme
Vou criando personagens, cenários..
Tudo isso me confunde porque quando estou sem mim, eu não sei quem está ou quem escreve
A compania que tanto me agrada, também me entedia e me aprisionade outras que quero ser
Marco o tempo e passa rápido
Cobro o abraço e não abraço nunca o que acho que quero abraçar
Escorre pelas mãos
O medo me pertence e não me deixa ir
Culpo todo mundo, mas de madrugada...o medo é só meu
Ainda que eu não queira ficar ao meu lado, sou eu que crio, que choro com o medo do escuro e continuo suportando minha presença sozinha aqui