quarta-feira, 30 de setembro de 2009




Nem vem com essa história, eu não quero mais te ouvir
Quem deu o primeiro passo para que tudo morresse foi você
Te culpo, te culpo todos os dias

Nunca te segurei, não é agora que irei segurar

Amor só dura em liberdade, te dei tanta liberdade, meu bem
Você me ensinou a te amar, mas não da forma que planejei
Posso ter planejado um egoísmo em querer amar do meu jeito
Mas eu perdi esse egoísmo e caí no seu jogo
Quando dei por mim, tava muito longe de mim e muito perto de você

Nunca te segurei, não é agora que irei segurar

No fundo queria te ver preso a mim, sem te prender
E talvez assim eu pudesse enxergar que meu jeito de amar era o que a gente precisava
Confesso que as feridas são mais profundas que o oceano que a gente avistava na noite em que o ano virou
Confesso que as lágrimas rolaram e ainda rolam quando penso que meu jeito de amar não mais é possível

Te ensinei quem eu sou
Reclama quando reclamo de você, mas não vejo possibilidade de me inventar de novo
Eu sou única, foi por isso que se apaixonou
Porque não vê que nada restou?

O problema é que vi a estrada muito antes dos seus próprios passos
E eu quero estar viva porque a vida sempre continua

Nunca te segurei, não é agora que irei te segurar

Então...
Se reinventa você e tenta sempre crescer

Me culpo, me culpo todos os dias

6 comentários:

  1. Adorei o blog!
    Vc é muito...
    Sem palavras!
    Thiago - O da Libido!

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  2. Um quadro muito bonito como uma composição muito bonita e belas cores.

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  3. Thi, Manda e Shima, MUITO obrigada!!

    Thom, escrevo apenas o que sinto e o que penso que sinto. As vezes os meus sentimentos ao escrever se misturam, podem até se inventarem por si só.
    Pra mim, o que importa é colocá-los ou tentar colocá-los para fora e para isso escrevo, as vezes me ajuda, as vezes não. Apenas sinto prazer em escrever.


    Mario, obrigada!!

    Beijos!

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